ContextoFrederick, um jovem cristão de 22 anos, liderava o grupo de estudantes cristãos na Universidade de Garissa, no nordeste do Quênia, uma região de maioria muçulmana e influência do Al-Shabaab. Apesar dos alertas de ataques iminentes, ele e seus colegas mantinham encontros regulares de oração e jejum, acreditando que Deus os havia enviado ali com um propósito.
A provaçãoNa manhã de 2 de abril de 2014, Frederick foi acordado por tiros. Extremistas do Al-Shabaab invadiram o campus, separando muçulmanos de não-muçulmanos. Ao ser questionado sobre sua fé, ele sabia que negar Cristo significaria a morte. O ataque resultou em 147 mortos, tornando-se um dos piores episódios de violência religiosa no Quênia.
Fé e desfechoFrederick sobreviveu ao massacre, mas a experiência fortaleceu sua fé. Ele se transferiu para a Universidade de Moi, mas continua comprometido com o evangelho. Hoje, ele vê o ocorrido como um teste divino e mantém a convicção de que Deus o protegeu para continuar sua missão, mesmo diante da perseguição.